Notar
Emissão de NFS-e e os A1 da sua carteira num cofre com trilha e auditoria.
01
Dezenas de arquivos com senha acabam num Drive, num WhatsApp, numa pasta de rede.
02
Oitenta empresas são sete renovações por mês. Quem esquece uma descobre pelo cliente parado.
03
Mesmo tomador, mesmo serviço, mesmo valor. O erro entra pela repetição.
Captura pendente: assistente de emissão na etapa Tributação, com o painel de validação à direita mostrando pendências
O cofre
Emitir nota é commodity. O problema difícil é a custódia: você responde por um certificado que é de outra empresa, que dá poder de assinar em nome dela, e que hoje mora numa pasta compartilhada. É disso que este produto trata primeiro.
Captura pendente: trilha de auditoria do certificado, com eventos de revelação de senha e de download, cada um com autor e motivo
Cifrada antes de ser guardada, com a chave fora do banco de dados. Quem tem o banco continua sem ter o certificado.
Com versão, registrando quem aceitou e quando. É peça jurídica, e não aviso de tela.
Toda vez que alguém vê a senha ou baixa o arquivo, fica registrado com autor e motivo. A trilha só cresce.
A filial emite com o A1 da matriz, sem duplicar certificado nem senha.
Padrão Nacional
O ISS é municipal, e por décadas isso significou um portal, um layout e uma senha para cada cidade. O Padrão Nacional acabou com isso, e o produto foi construído inteiro em cima dele.
A DPS sai do seu escritório assinada com o certificado do seu cliente e chega ao ambiente nacional. Sem gateway no meio, e sem custo por nota para terceiro.
Quem é do seu escritório: administrador, gestor e operador emitem, cancelam e cuidam dos certificados, e cada acesso à senha ou ao arquivo fica registrado. A auditoria, as configurações e a numeração das notas ficam com administrador e gestor. Você convida cada pessoa por link e escolhe o papel na hora.
Cada escritório é isolado no banco, inclusive os arquivos de certificado. Seu administrador enxerga o seu escritório e para por aí. A nossa equipe, pela tela da plataforma, vê o nome e o código do escritório e algumas contagens, o bastante para liberar a produção, e nenhuma nota, empresa ou certificado.
A emissão fiscal é o que fica aqui. O resto da sua operação segue onde está, e nada precisa ser migrado para você começar.
Dá, com uma assinatura. Todo escritório começa em homologação, onde confere o XML e a DANFSe sem valor fiscal. Com a assinatura, a Contegra libera a produção do seu escritório, e você faz a troca em Configurações, de uma vez para toda a carteira.
A DPS sai do seu escritório assinada com o certificado do seu cliente e chega direto ao ambiente nacional. Sem terceiro no meio, e sem custo por nota para ninguém.
Crie o escritório, suba um certificado e emita em homologação. Dá para ver se serve antes de mover a carteira inteira.